- ar torquato. ar!
que foi bom. foi.
mas torquato neto merecia mais. por sua obra.
a porrada tinha que ser mais forte. na cara.
e não um tapinha nas costas.
a peça. não tem texto próprio.
ou seja:
é o texto de torquato. suas crônicas.
e músicas que guiam e escrevem o espetáculo.
ok. mas sendo assim: é proibido esquecer uma palavra que seja.
e o psiquiatra/deus. interpretado por rodolfo bottino esquece.
uma palavra/chave para TN. manha.
"o poeta é mãe das artes e manhas em geral". ponto.
e não dos jeitos e qualquer outra coisa. simples.
o cenário. um só. lúdico. lindo.
a trilha. claro. impagavél. e eu.
na primeira fila. de calças vermelhas.
batendo pé. no ritmo. e cantando tudo.
o texto da peça na ponta da língua. entre dentes.
os olhos brilhando feito estrelas.
e a vontade de que aquilo não acabasse.
mas acabou. e eu disse: viva torquato!
viva o anjo torto!
viva o anjo que nos desafiou:
"vai bicho, desafinar o coro dos contentes"
30/09/06
Escrito por Rapha-eu às 15:34
[]
[envie esta mensagem]
|